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Ricardo Assumpção aborda ESG e Inovação na saúde no programa CBEXs Talks


CEO da Grape ESG foi o convidado especial do programa, em 14 de julho, e explicou o que é ESG, como surgiu e a importância para as empresas adotarem as práticas.

Por Rhayana Araújo

No dia 14 de julho, Ricardo Assumpção, CEO da Grape ESG, foi o convidado especial do CBEXs Talks, do Colégio Brasileiro de Executivos da Saúde (CBEXs). O programa teve como tema “ESG como Alavanca para Inovação na Saúde”. O debate teve a moderação de Francisco Balestrin, presidente do CEBExs.

Ricardo contextualizou o ESG - Environmental, Social and Governance, explicando seu conceito. “O ESG é a forma como medimos a sustentabilidade de uma empresa, os ricos não financeiros. É como uma empresa se comporta em tudo aquilo que não tem geração direta com a geração de lucros, mas tem forte impacto na geração de lucros. E, isso tem muito a ver com os aspectos de meio ambiente, social e governança”, explicou.


O CEO da Grape afirmou, ainda, que o ESG é um tema importante para todos os setores. “É um tema transversal para toda a sociedade. Tem muito mais a ver com a forma que vamos conduzir os negócios nas próximas décadas. O desenvolvimento sustentável tem muito a ver com o ESG e dá errado para um, é dar errado para todo mundo, pois vivemos em um planeta único”, frisou.

Sobre a possibilidade de ligação entre o ESG e o setor de saúde, Ricardo afirmou que é possível e ultra importante. “O ESG tem mais de 100 critérios. E enxergo dois aspectos fundamentais no setor de saúde: a parte de capital humano - que tem a ver com tratamento precoce e bem-estar, e a parte de inovação. Vi um avanço muito grande na parte de telemedicina e isso, se você faz o cálculo da cadeia, é muito importante em termos de emissão”, afirmou.

E como surgiu o ESG? Ricardo explicou que sustentabilidade sempre existiu no mercado, mas era algo que ficava muito encapsulado, não era algo estratégico dentro das empresas. “Por volta de 2018, Larry Fink, CEO da BlackRock - um grande fundo de investimentos, começou a soltar cartas para os acionistas, descrevendo ‘risco ambiental é risco financeiro’. No primeiro momento, ninguém entendia muito o que ele estava falando, mas quando veio a pandemia isso se tornou muito claro, começamos a entender a fragilidade ambiental em que vivemos”, reforçou Ricardo.


Para assistir ao debate completo, clique aqui.

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