• Redação GRAPE ESG

Ricardo Assumpção participa do Fórum sobre ESG realizado pelo Lide Global/SC


Além da presença de Ricardo Assumpção no evento, o café servido durante a solenidade foi do Café da Margem, iniciativa sustentável da Plataforma Grape ESG que possui 100% dos materiais recicláveis.

Por Rhayana Araújo

Nesta terça-feira, 3 de agosto, o CEO da Grape ESG, Ricardo Assumpção, esteve presente no Fórum Lide ESG, realizado pelo Lide Global/SC - Grupo de Lideranças Empresariais de Santa Catarina. Na ocasião, o executivo integrou a solenidade de abertura e moderou três painéis: “ESG: Desafios e Oportunidades Para o Desenvolvimento Sustentável dos Negócios”; “Estratégias do Setor Privado no Combate ao Aquecimento Global”; e “Economia de Carbono Zero: Recursos e Iniciativas Responsáveis”.


Além da participação de Ricardo Assumpção (clique aqui para assistir), o café servido durante a solenidade foi do Café da Margem, iniciativa sustentável da Grape ESG, que Celia Pompeia, vice-presidente executiva do Grupo Dória e membro do Comitê LIDE, elogiou. “Agradeço imensamente ao Ricardo Assumpção pelo Café da Margem, que além e delicioso traz uma mensagem maravilhosa. O meu café veio com sementes de cravo que eu posso plantar, é extraordinário isso”, ressaltou.


O intuito do evento foi democratizar e elucidar o conceito do ESG (Environmental, Social and Governance) por meio de debate sobre os pontos de risco e, principalmente, sobre as vantagens que ele traz para aumentar o valor dos negócios.


Durante o encontro, Ricardo falou sobre a equação do lucro, risco e modelo de negócios, tópicos discutidos em um dos painéis. “A gente fala muito dos impactos negativos, talvez o grande desafio vai ser como a gente vai mensurar os impactos positivos nessa equação de lucro, risco e impacto dessa transformação dos modelos de negócios. Eu acho que esse é um debate pra gente pensar e o desafio é bom, pois isso seja a chave que falta para fechar essa equação”, afirmou.

O CEO da Grape ESG também falou sobre o Dia da Sobrecarga da Terra. “O dia 29 de julho que passou é um dia simbólico em que chamamos de Sobrecarga da Terra, que em resumo é como se a gente entrasse no cheque especial no dia 29 de julho, significa que seis meses do ano nós já estamos usando a cota de recursos naturais do planeta do ano que vem ou de outros anos. Para suprir o que usamos atualmente, precisaríamos de 1.7 Terras”, ressaltou.

Ricardo explicou, ainda, como a economia circular pode ajudar na estabilidade do planeta. “Precisamos cada vez mais ter processos eficientes, retirar menos recursos naturais do planeta e sair de uma economia linear - aonde retiramos algo da natureza, usamos e jogamos fora, para uma economia de reaproveitamento e reciclagem - aonde a inovação é fundamental para isso. Sustentabilidade é o maior catalisador de inovação que pode ter para as empresas”,


O Fórum reuniu empresários, especialistas e autoridades para debater a importância dos princípios ESG, que são transversais à cadeia de valor de todos os setores, os impactos financeiros nas estratégias de negócios, entre outras abordagens.

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